cadê a humanidade?

eu não acho que cabe eu me posicionar firmemente com relação a essa guerra. não sou expert no assunto e confesso que sei só partes de uma história que por si só, é complexa. mas nada isenta o fato de poder sim, ficar horrorizado com as cenas que eu vejo. e então eu te pergunto: cadê a humanidade?

e nem precisamos ir para o oriente médio não. vamos olhar a nossa volta: pessoas cada vez mais nervosas, estressadas, brigando e discutindo a todo o momento. assassinatos cometidos por 2 reais, violências contra mulher, negros, homossexuais, trans e a lista segue, imensa. onde será que perdemos a nossa própria humanidade?

aquela que vive no coletivo, que depende do todo para sobreviver? foram milênios de evolução para quê? matarmos uns aos outros de maneiras absurdas? será que a essa altura já não deveríamos ter aprendido alguma coisa?

é de se entristecer sim, ver tanto ódio e violência no planeta. e mesmo que a gente fica achando “ah, mas isso é longe, não é aqui”, muitas vezes também somos nós destilando e distribuindo ódio gratuito. e muitas vezes por coisas tão banais. 

fica essa reflexão. onde foi parar a nossa humanidade? esse sentimento de sermos humanos e nos tratarmos da mesma forma? as únicas armas capazes de transformar o mundo, ainda são o amor e a compaixão. e elas parece quem estão se esgotando. 

não podemos mudar o que ocorre com o planeta, mas podemos começar a mudança na nossa vizinhança, nos nossos círculos de amizade, na nossa família. somos já tão abençoados em viver em um país onde povos distintos vivem em relativa harmonia. sem essas guerras e brigas por aí. sejamos aqueles que semeiam o amor e não a discórdia. sejamos aqueles que criticam de menos e amam demais, porque do contrário o mundo já está cheio. 

em tempos tão sombrios na terra, sejamos mais a esperança ao invés do ódio. mais amor e fé. sejamos um exemplo para todos a nossa volta e para o mundo. ainda que não possamos transformar tudo, agora, vamos plantar, e, quem sabe, um dia alguém possa colher.


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