
se eu te perguntar quais são os dias que mais valem a pena viver, o que você iria me responder? eu sei o que eu responderia: os que passamos em boa companhia. os que passamos com amigos (família também serve, mas não esquece que não é porque é parente que quer teu bem, tá?).
dia 31, sábado, foi assim. um dia comum. você pode olhar e pensar: um dia banal. e, à primeira vista, ele até foi. mas são nesses dias banais que mora uma lição realmente importante. amizade. companheirismo. risada. coisas que não se compram em lojas.
a vida insiste em nos convencer de que os dias memoráveis precisam ser grandes. cheios. caros. mas a verdade é que os dias que ficam são os que a gente divide. os que passam sem esforço. sem performance. sem roteiro.
no fim das contas, talvez viver bem seja isso. sentar à mesa certa. rir do que não é tão engraçado assim ou chorar de rir quando é. voltar pra casa com o coração mais leve do que saiu. e perceber que, mesmo sem nada extraordinário, o dia valeu.
e valeu mesmo.
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