Categoria: pai

  • o abraço que nunca se desfez.

         talvez ele não tenha sido o primeiro a me ver ou a me segurar, mas assim que seus braços me envolveram, nunca mais me largaram. não no sentido físico, mas no acolhimento, na segurança que ele me proporcionou. sempre tive o privilégio de encontrar em seu abraço, meu refúgio. quando eu estava ali, protegido…

  • o mundo ficou torto.

    meu pai morreu. essa frase parece errada. não no sentido moral ou metafísico, mas estruturalmente errada, como uma peça de um quebra-cabeça que não encaixa. como se a minha língua não estivesse acostumada a formar essas palavras juntas. meu. pai. morreu.  desde então, tudo parece um pouco fora do lugar. não dramaticamente, não como se…

  • pai, amor que nunca morre.

    sete dias. sete dias sem ouvir sua voz. sem aquele “tudo bem, filhão?” que não era só um cumprimento, mas um abraço em forma de palavras. sete dias sem a certeza de que, aconteça o que acontecer, sempre haveria um porto seguro esperando por mim.  dizem que o tempo cura. mas o tempo não sabe…

  • pai.

    talvez nem tinha sido o primeiro que me viu, nem me segurou. mas assim que os seus braços me encontraram, eles nunca mais me largaram. não no sentido físico, claro, mas na segurança e no aconchego. eu sempre tive o privilégio de ter em seus braços, pai, o meu refúgio. nada poderia ser assim tão…

  • pai.

    talvez ele nem tenha sido o primeiro que me viu, nem me segurou. mas assim que os seus braços me encontraram, eles nunca mais me largaram. não no sentido físico, claro, mas na segurança e no aconchego. eu sempre tive o privilégio de ter em seus braços, pai, o meu refúgio. nada poderia ser tao…